sábado, 14 de novembro de 2009

Sancionada lei que impede ocupar duas vagas em universidade pública
Foi sancionada, na quinta-feira (12), a Lei 12.089/09, que proíbe que um estudante ocupe, simultaneamente, mais de uma vaga de graduação em universidades públicas.

Vania Alves
Agência Câmara

Rands elogiou a mobilização da sociedade para resolver esse problema que prejudica o acesso ao ensino superior.



Foi sancionada, na quinta-feira (12), a Lei 12.089/09, que proíbe que um estudante ocupe, simultaneamente, mais de uma vaga de graduação em universidades públicas simultaneamente.
A lei teve origem no Projeto de Lei 6630/06, do deputado Maurício Rands (PT-PE). Na avaliação do parlamentar, a lei ampliará a oferta de vagas nas universidades públicas.
Na opinião de Rands, o processo de aprovação dessa lei também deve ser tomado como exemplo. Ele explicou que foi procurado pelo Grupo de Apoio ao Remanejamento de Vagas, de Pernambuco, que se mobilizou para localizar as vagas que não estavam sendo efetivamente ocupadas.
"É um modelo pedagógico: a sociedade identifica um problema, se organiza e procura o parlamentar para que ele consiga a aprovação da lei", assinalou.
Segundo Rands, atualmente, muitos estudantes ocupam mais de uma vaga nas instituições de ensino superior, às vezes sem nem sequer frequentar o curso. Ele lembrou que hoje, mesmo que o aluno não frequente a instituição, sua vaga fica trancada e não pode ser usada por outros.
"Essa medida vai destravar vagas e se harmoniza com as diretrizes traçadas pelo Ministério da Educação de ampliar a oferta de vagas nas universidades públicas", avaliou. O parlamentar afirmou que apenas um terço das vagas de ensino superior hoje são oferecidas pela rede pública.
Dois cursos
A lei aplica-se também a cursos na mesma instituição. Quem já está matriculado em dois cursos, poderá concluí-los normalmente, pois a lei só vale para as matrículas feitas a partir de dezembro. Hoje, os regimentos das universidades, em regra, proíbem o acúmulo de vaga.
Se a universidade constatar que um aluno está matriculado em dois cursos na própria instituição ou em instituições diferentes, terá que pedir ao aluno que escolha um deles no prazo de cinco dias.
Se ele não escolher, será cancelada a matrícula mais antiga quando os cursos forem em instituições diferentes; ou a mais nova, quando for na mesma instituição.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

UNE condena decisão de expulsar universitária
O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, considerou “descabida” a decisão da Universidade Bandeirante (Uniban) de expulsar a aluna Geisy Arruda, após o episódio em que ela foi humilhada por outros alunos por usar um vestido curto.
De acordo com Chagas, a atitude criminaliza a vítima. “É como nos casos em que se responsabiliza a vítima de um assalto por estar segurando a carteira, ou se diz que uma mulher é culpada quando sofre um assédio ou abuso por causa da sua roupa. Isso nos parece lamentável”, afirmou.

A UNE, segundo ele, vai chamar a atenção de outras instituições para que recebam a aluna, se for o caso, inclusive oferecendo bolsas de estudo a ela. “Não podemos permitir que ela interrompa sua trajetória escolar por causa disso”, completou Chagas.

Ele demonstrou ainda preocupação com a possibilidade de o caso gerar reações negativas quanto à organização coletiva de estudantes. Segundo o presidente da UNE, a falta de espaço de mobilização dos alunos para assuntos importantes da vida acadêmica é um dos fatores que propiciam esse tipo de interação não saudável.

Em nota publicada hoje em jornais de São Paulo, estado onde fica a Uniban, a instituição responsabiliza a aluna pelo episódio ocorrido no último dia 22, quando estudantes formaram uma multidão que a ameaçou de linchamento por causa da roupa que ela usava.

“Foi constatada atitude provocativa da aluna, que buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar”, diz a nota da Uniban. A instituição considerou ainda que a atitude dos outros alunos foi uma “reação coletiva de defesa do ambiente escolar”.

Apesar de também suspender, temporariamente, das atividades acadêmicas os demais alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente, a universidade ressaltou o apoio a seus “60 mil alunos injustamente aviltados” pela cobertura midiática sobre o caso.

Mariana Jungmann,
Da Agência Brasil

sábado, 31 de outubro de 2009

Dicas para se tornar um profissional classe A
FONTE: http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/noticia_view.asp?id=40025

Procurar sempre ser superior e se destacar em todas as tarefas que for desenvolver
O mundo dos negócios tornou-se muito complexo, e passou a exigir cada vez mais dos seus colaboradores em diversos sentidos, saúde física, agilidade mental, intelecto, entre outros aspectos. Nesse ambiente, aqueles que não se destacarem estarão fatalmente fora do mercado de trabalho.

“O profissional deve preservar a vocação, não esquecendo o que é ser um profissional que não se preocupa com facilidades que geram comodismo e fraqueza, na falta de certeza de que tal situação nunca terá fim. Questionar-se sempre; Não podem acomodar-se em seu segmento e deixar o mau humor em casa, pois existirão dias em a gente acorda com mau humor, não querendo ser agradável com ninguém.” Conclui a tutora do Portal Educação Mônica Vargas.

Para Gutemberg ser um profissional classe A é ser responsável, ter atitudes , não deixar a própria carreira depender de outros profissionais, estar sempre atento aos acontecimentos à sua volta e traçar o próprio destino. O consultor dá algumas dicas de como se tornar um profissional Classe A:

1- Criar o seu próprio destino: ser um profissional de caráter, batalhador, responsável, acreditar em si mesmo e saber aonde e como chegar;
2- Ser singular: buscar sempre um diferencial e expor suas ideias sem medo de enfrentar ou discordar de outros profissionais de cargos superiores;
3- Nadar contra a correnteza: discordar da opinião dos outros e não desistir de suas próprias ideias, confiar em si próprio, ter conhecimento e saber o que dizer;
4- Não permitir que o executivo viva em detrimento do homem, não sacrificar sua vida pessoal por causa da vida profissional, pois mais cedo ou mais tarde ela poderá acabar com sua saúde e família;
5- Ser intolerante diante da complacência e da mediocridade: é importante procurar sempre o melhor para si, para sua família e carreira, nunca deve tolerar um trabalho inferior.

Procurar sempre ser superior e se destacar em todas as tarefas que for desenvolver.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Portal Educação
http://www.steseduc.blogspot.com/

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

13 Divertidíssimas propagandas sobre sexo seguro | HypeScience

13 Divertidíssimas propagandas sobre sexo seguro | HypeScience

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

uq - O HOMEM MODERNO E UM FRACOTE

http://hypescience.com/22767-o-homem-moderno-e-um-fracote/
http://hypescience.com/wp-content/uploads/2009/10/homem-moderno.jpg

A evolução do homem
Muito aborígenes australianos pré-históricos conseguiriam vencer facilmente o atual campeão de velocidade do mundo atualmente, o jamaicano Usain Bolt. Muitos homens da etnia Tutsi, em Ruanda, conseguiriam superar o atual recorde de salto em altura, de 2,45 metros, durante seus rituais de iniciação.
Qualquer mulher neandertal conseguiria vencer o fisiculturista e ator Arnold Schwarzenegger em uma queda de braço. Além disso, romanos da antiguidade completavam aproximadamente uma maratona e meia diariamente, carregando mais do que metade do seu peso corporal.
Precisa de mais algo para convencer que os homens modernos são fracotes? Essas e outras afirmações impressionantes são analisadas pelo antropólogo australiano Peter McAllister, que acredita que o homem moderno é muito inferior a seus predecessores.
A força do passado
A sua conclusão sobre a velocidade dos aborígenes australianos de 20 mil anos atrás é baseada em um grupo de pegadas de seis homens perseguindo uma presa, fossilizadas e perfeitamente preservadas até hoje.
A análise das pegadas de um dos homens, chamado de T8, mostra que, em uma superfície enlameada, ele chegava a atingir 59,2 quilômetros por hora. Usain Bolt, por sua vez, atingiu a velocidade máxima de 67 quilômetros por hora nas olimpíadas de Pequim, em 2008.
“Presumimos que, ao perseguir um animal, eles correm ao máximo da sua velocidade”, afirma McAllister. “Mas se eles conseguiam esta velocidade em um terreno macio, suspeito que haja uma chance que eles superariam Bolt facilmente, levando em conta as vantagens que ele tem”, completa o antropólogo.

Além da velocidade impressionante de T8, o especialista também chama a atenção para o fato de que os outros aborígenes desta época também deviam chegar a velocidades semelhantes. “Essas fossilizações são muito raras”, afirma McAllister. “Quais são as chances de que o corredor mais veloz da Austrália tivesse a sua pegada fossilizada naquele momento?”, questiona.
Quanto aos pulos, o pesquisador afirma que fotografias tiradas por um antropólogo alemão no início do século mostram jovens pulando em alturas de até 2,52 metros. De acordo com McAllister, a tarefa era realizada pelos jovens tutsis como um ritual de iniciação, para mostrar o progresso à idade adulta. “Eles desenvolviam habilidades fenomenais para os pulos, e pulavam para provar a sua capacidade”, diz.
Outra curiosidade é que uma mulher neandertal comum tinha 10% mais massa muscular que um homem europeu moderno. Treinada ao máximo, elas poderiam chegar a 90% da massa de Arnold Schwarzenegger na década de 70, quando ele atingiu o seu máximo fisicamente.
O porquê do declínio físico
De acordo com McAllister, a inatividade física adquirida desde a revolução industrial causou essa grande diminuição da força e capacidade física. “O corpo humano responde muito ao stress”, explica o pesquisador. “Perdemos 40% da massa dos maiores ossos do corpo porque temos menos massa muscular sobre eles atualmente”, afirma.
“Simplesmente não somos expostos aos mesmos desafios que as pessoas do passado, por isso nossos corpos não se desenvolvem”, diz o antropólogo, que completa: “Mesmo com o nível de treinamento que atletas de elite têm atualmente, não chegamos nem perto do que havia antes”. [Reuters]

domingo, 18 de outubro de 2009

Uq. A sala de aula.

Uq. A sala de aula.
Passei apresentar e debater situações da atualidade e fazer enquetes com o objetivo de procura entender como os meus alunos e alunas interpretam ou reproduzem algumas realidades.
Cenas sugeridas para debate:
-aluna brigando em São Paulo e a mãe incentivando a briga.
- professora dançando sensualmente na Bahia.
- a história de João, meu colega de infância que seguiu o caminho da marginalidade.
-a história de Francisco, meu colega de infância filho de uma lavadeira que conseguiu se formar em Medicina.
Enquetes:
A bagunça no seu quarto e na sala de aula. De quem e o problema ?
Resultado:
No quarto Na sala de aula.
1 –seu.
85% 8%
2- do vizinho.
2% 2%
3- mãe.
3% 5%
4- nosso.
5% 80%
5- empregada.
5% Professor - 15%

Obs: segundo os alunos que colocaram o problema como de responsabilidade do professor acham que, a falta de “moral” do professor e o que provoca a bagunça na sala.
O professor e o condutor do processo estudaram e se preparou para esta função, no entanto o aluno que traz uma disciplina e regras de comportamento de casa colabora para uma melhor evolução da aula.
A sala de aula e uma miniatura da sociedade, muitos dos alunos que tem comportamento agressivo e desrespeitoso o fazem por habito adquirido ao longo das suas trajetórias.
Não enceraremos o debate com certeza temos muito que aprender, mas sem esquecermos que estamos em evolução. Trate os outros como você gostaria de ser tratado.
Muitas felicidades a todos.

domingo, 11 de outubro de 2009

uq -Escolas estaduais de SP terão manual com normas de conduta para os alunos

Entre as faltas disciplinares estão fazer muito barulho e fumar.
Punição vai de advertência a pagamento em caso de dano material.
Do G1, com informações do Jornal Hoje http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1335799-5604,00-ESCOLAS+ESTADUAIS+DE+SP+TERAO+MANUAL+COM+NORMAS+DE+CONDUTA+PARA+OS+ALUNOS.html

Para ajudar os professores e diretores a lidar com casos de violência, as escolas estaduais de São Paulo terão agora um manual com normas de conduta, direitos e deveres dos alunos -uma disciplina mais rígida, e que prevê punições.


“Como a violência permeia os muros da escola, nós podemos ter, por exemplo, a ação do tráfico de drogas em determinada escola e, com esse sistema, a gente consegue resolver ali o problema da escola”, diz Guilherme Bueno, secretário adjunto da Secretaria Estadual da Educação.

Entre as faltas disciplinares estão: fazer muito barulho, desrespeitar profissionais, fumar, quebrar equipamentos ou instalações, consumir ou vender bebidas alcoólicas ou drogas e portar armas. As punições incluem advertência verbal, suspensão, transferência e, em caso de dano material, o aluno ou responsável deverá pagar pelos prejuízos.


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Marisa Batista Ribeiro, diretora de uma escola, aprova a medida. “Antes, nós não sabíamos exatamente a quem recorrer e o que fazer. Hoje, quer dizer nós não corremos o risco de errar com a legalidade da questão.”

Para esta educadora, a cartilha serve de respaldo para os professores tomarem decisões em situações delicadas, mas é preciso agir com sensibilidade.
“Como educadores, não somos policiais. Nós não devemos punir no sentido do castigo, mas no sentido da construção do ser humano como cidadão.”
Punição
Nos últimos dias, alunos de uma escola estadual da Zona Sul de São Paulo foram divididos: um dia as meninas estudam. No outro, é a vez dos meninos. O rodízio por sexo foi a forma que a diretora encontrou para punir uma turma na qual um estudante ateou fogo a uma lixeira.

A medida gerou críticas de pais de alunos, mas revela também a dificuldade de educadores em lidar com a falta de limites - o que já levou até a destruição de escolas inteiras. Ou ao desacato, como nesta escola, onde um aluno só não agrediu a diretora porque um funcionário impediu.

“O aluno estava extremamente nervoso, agressivo. Eu tive que segurá-lo com certa força para ele não partir para cima dela, de fato”, afirma Ivan Aparecido Xavier, agente de organização escolar.